•    Esse é meu 7º relato. Sempre recorro a este site para desabafar as histórias por que tenho passado nesse último ano, desde que descobri que Carla puta vinha me traindo.

       Não pude contar a amigos, companheiros de bar ou colegas de trabalho, então resolvi escrevê-los aqui.

     São fatos que me excitaram, mas também provocaram um ciúme indescritível, que acarretou na nossa separação, após 5 anos de um ótimo convívio. 
     

      Meu nome é Carlos (fictício); sou advogado; 36 anos, 1m e 70 de altura, boa aparência, mas não tenho um físico atlético.

     Ela tem hoje 26 anos, aparência de menina adolescente, do tipo ninfeta, baixinha, morena (ou quase mulata), cabelos encaracolados (às vezes, alisado), apenas simpática de rosto, mas com um corpo perfeito, seios pequenos e duros e uma bunda muito grande, rígida e empinada.

      Com muita musculação, havia ganhado um corpão de mulher feita, mas emagreceu rapidamente nesse último mês e voltou a ter um corpinho de menina. 
     

      Logo depois da separação, ela passou a namorar o instrutor da academia de musculação, um moreno forte e bastante alto, de nome Renato. Mesmo assim, temos nos encontrado para conversar e transar.

      Ela tem me contado os detalhes mais sórdidos de sua vida sexual, relatando detalhes íntimos de suas transas com o atual namorado, o ménage que fez com ele e uma amiga (a Kátia), os vários chifres que já colocou nele em apenas 2 meses de namoro.

       Tem também me enviado, por e-mail, fotos dela em motéis. Essas histórias me deixam, além de evidentemente enciumado, extremamente excitado. E ela parece ter percebido isso, pois vem fazendo questão die se revelar cada vez mais ninfomaníaca.

       Chegou a me propor que largaria o atual namorado para ficar comigo, desde que eu concordasse em deixá-la sair com outros homens. Evidentemente, eu também estaria livre para sair com outras. Mas é claro que não aceitei. Acho que essa tentativa de reconciliação é porque ela soube que comecei a namorar uma advogada amiga minha. 

      Ela sabia que eu pretendia ir para a Região dos Lagos com essa namorada no feriadão (21 a 25 de abril), então, passou a insistir para que eu deixasse minha namorada e fosse com ela e sua amiga Kátia. Como eu não estava aceitando essa idéia, ela me propôs um “ménage a trois” com Kátia, se eu concordasse em levá-las. Fiquei de pensar no assunto. Cheguei a lembrar que Carla tinha um namorado, mas a idéia de transar com Kátia (que eu não conhecia, mas imaginava, pela descrição) não saía da minha cabeça. Aquilo ficou me atentando os pensamentos durante 3 dias, até que resolvi aceitar a proposta.

       Forcei uma briga com a namorada para justificar minha ausência, e liguei para Carla para confirmar. Era tarde: elas já haviam viajado para Angra. Fui convidado a me juntar a elas, pois estavam sozinhas por lá, apenas na companhia do irmão caçula de Kátia. Aceitei o convite, afinal, tinha um ménage nos meus planos. 
     

       Cheguei a casa no dia 22. Minha primeira surpresa foi conhecer Kátia pessoalmente. Ela é bem mais gata do que imaginava: loira, linda de rosto e de corpo, 1,70m de altura, malhada de academia, aparentava ter uns 22 anos (mas não perguntei a idade). A segunda surpresa não foi nada agradável: o irmão caçula de Kátia (de nome Kadu) não era tão criança quanto eu esperava, devia ter entre 17 a 19 anos, uma aparência de surfista, magro, branco, cerca de 1,80m, meio lento de raciocínio. Já previa que a presença daquele rapaz dificultaria muito minhas chances de obter o prometido ménage; o que, de fato, se confirmou. Como Kadu estava sempre por perto, Carla sequer teve oportunidade de mencionar a idéia do ménage com a amiga. A situação ficou ainda mais difícil quando, no dia 23/04, Kátia reencontrou um “amigo” na praia, com quem ela já tinha “ficado” nas férias de verão.

      No mesmo dia, Kadu também arrumou uma namoradinha na praia, uma menina moreninha de uns 16 anos, simplesmente linda. Agora minhas esperanças haviam se esgotado. Estávamos em 3 casais e nada indicava que eu iria transar com outra gata que não fosse minha ex.
     

        No fim daquela tarde, Kadu havia sumido da praia junto com sua ninfeta. Quando retornamos a casa quase os flagramos transando no quarto de casal, onde eu e Carla estávamos hospedados, mas eles ouviram nossas vozes, se vestiram rapidamente e saíram.

       Carla entrou no quarto e percebeu vestígios de sangue no lençol e chamou a gente para ver. A primeira conclusão foi a de que a menina teria acabado de perder a virgindade.

        Kátia alertou que talvez não fosse isso, mas que o tamanho do pau do irmão poderia ter feito um estrago naquela ninfetinha. Ela lembrou que ele sempre acorda de pau duro, e revela um volume enorme no short. E ainda concluiu maliciosamente: “é, com certeza, maior do que o do Renato” (lembrando do cacete do namorado de Carla, com quem elas fizeram o ménage).

       Ainda lembrei que ela poderia estar no início ou final da menstruação, mas Kátia sorriu e disse: “com o cacetão do Kadu, qualquer coisa é possível. Coitada da menina!”. 


        Kátia afirmou que estava precisando muito de sexo e perguntou se poderíamos dormir no quarto de solteiros naquela noite, pois ela queria dormir com seu “namorado”; o irmão dormiria no sofá da sala. Concordamos.

      Após o jantar, Kadu saiu para ver namorada. Ficamos os dois casais papeando até umas 22h, quando cada qual foi para seu quarto. Eu e Carla começamos a transar silenciosamente, mas os barulhos do quarto ao lado começaram a ficar cada vez mais altos e descarados, então, passamos a transar escandalosamente.

       E Carla sabe como ser escandalosa na cama! Estávamos tão excitados com aquela barulheira que cheguei a pensar numa possível troca de casais. Ela, percebendo minha excitação, resolveu fazer algo diferente: amarrou minhas mãos com uma canga, na cabeceira da cama de solteiro. Depois, começou um delicioso 69. Meu tesão era tanto que mal estava conseguindo conter meu gozo.

       Afastei-a com as pernas para impedir uma ejaculação precoce. Ela, então, falou: “tá prendendo o gozo? Vou já dar um jeito nisso. Essa noite quem comanda a foda sou eu!”. Ela pegou um cinto e amarrou minhas pernas na borda da cama. Voltou a chupar meu pau com voracidade. Sua técnica havia evoluído bastante. Engolia todo meu pau e ainda esticava a língua para lamber as bolas, sem se engasgar. Era perfeito! O gozo veio rapidamente, enchendo a boca da safada. Ela engoliu quase tudo, mas deixou um vestígio na boca e veio me beijar. Tentei resistir, mas, como estava amarrado, acabei cedendo e provando da minha própria porra.
     

       Os gemidos do quarto ao lado estavam a todo o vapor. A cama de lá rangia alto, indicando movimentos fortes, rápidos e ritmados. Carla, em evidente competição, ordenou: “vamos quebrar essa cama também”. Voltou a chupar meu pau, tentando reanimá-lo. Mas, apesar da minha excitação, o desconforto pelo fato de estar amarrado fez com que ele demorasse a reagir. Ela, então, reclamou: “essa porra tá broxa? Caralho! Vou procurar sexo no quarto ao lado!”. Era a primeira vez que ela me humilhava desse jeito. De repente, ouvimos o barulho da porta abrindo, mas não era a do nosso quarto, mas a da sala. Kadu estava chegando em casa. Ela se levantou e foi até lá, totalmente nua, deixando-me amarrado a cama. Esforcei-me em ouvir o que ela estava falando ou fazendo, mas os sons se misturavam aos ruídos do outro quarto. No minuto seguinte ela estava voltando, puxando o rapaz pelo cacete ereto, já totalmente pelado. Ele me viu amarrado, porém não disse nada. Ele sentou na outra cama de solteiro, e Carla ajoelhou-se diante dele, masturbando aquele pau. Era um cacete branco comprido e grosso como uma garrafa long neck, apenas fino na cabeça, parecendo uma banana gigante, curvado para baixo, invés de para cima. Nunca imaginei que um rapaz com aparência de menino pudesse ter um cacete tão grande, ainda mais não sendo negão.Ela comentou: “Kátia não estava mentindo... nem exagerando. É grande mesmo. Quanto mede?” Ele disse que eram 24cm, e devia ser. Ela olhou para mim e falou com aspereza: “tá vendo? Um pau desse tamanho já tá duro. Essa merdinha aí fica negando fogo”. Ela segurou firme o pauzão e sentou-se nele. Pude vê-lo entrando quase todo, apenas uns 4cm ficaram de fora. Carla começou a gemer e rebolar exageradamente.

        A cama batia contra a parede com força. Ela agora estava fazendo o barulho que queria. Kadu não falava nada, deixava-a comandar o show, só lhe cabia deixar o pau duro, nada mais. Após uns 10 minutos naquela montaria frenética, ela anunciava aos gritos o seu gozo. Vi jorrar uma quantidade impressionante de líquido da sua boceta. Acho que nunca tinha visto tanto. O corpo dela tremia sobre aquele pau. Pensei que ela fosse descansar, porém estava enganado. Ela saiu de cima do Kadu, segurou-lhe a piroca e observou que havia um resto de esperma saindo do canal. Perguntou se ele havia gozado, e ele confirmou.
    – Nossa, tava tão bom que nem senti. Tá vendo, corninho? Ele gozou e o pau nem amoleceu. Isso é que é homem. – ela constatou.
     

       Deitou-se atravessada na cama com as pernas para fora e o puxou pelo braço, envolvendo sua cintura com as pernas. Ele ficou de costas para mim, apoiado com um joelho sobre a cama e o outro pé no chão. Eu tinha uma boa visão do cacete comendo minha ex-mulher porque o contraste daquele pauzão branco entrando na boceta mulata de Karla era muito nítido. Ela estava muito lubrificada, o bastante para facilitar a entrada daquela “banana” que era muito grossa no meio, porém não tinha profundidade para engolir toda aquela tora.

       Mesmo assim ela o puxava com as pernas, numa tentativa inútil de suportar mais um centímetro. Os gemidos eram escandalosos como antes, e dizia palavras desconexas: “Que pica grossa!... Caralho... Me rasga... Que homem!... Meu Deus!... Tudo! Tudo! Me mata!... Foda-se!”. Parecia que ela queria realmente morrer naquele pau.

      Qualquer mulher estaria limitando a penetração, mas Carla não; nenhum pênis é grande demais para ela. 
       

       Aquela gritaria continuou por mais uns 20 minutos, quando o gozo daquela puta chegou entre gritos e gemidos. Seu corpo ficou mole e jogado na cama, mas o garoto não parou de foder. Ajeitou seu corpinho desfalecido na cama, dessa vez deitada de lado, de frente para mim, com as pernas encolhidas. Ele posicionou-se de pé, com um dos joelhos sobre a cama, e voltou a penetrar. Ela só gemia baixinho no ritmo das estocadas vigorosas do rapaz. A cama, entretanto, rangia alto, superando muito o barulho que vinha do quarto ao lado. Aos poucos ela foi recuperando as forças. Passou a se masturbar enquanto ela a penetrava, ao mesmo tempo em que olhava para mim com um ar de tarada que nunca havia visto antes.

       Era como se dissesse para mim: “ta vendo, seu corno, é disso que eu gosto e é isso que você merece”. Ela não disse uma só palavra, mas eu entendi o recado. De repente Kadu acelerou os movimentos e disse que iria gozar. Tremeu todo o corpo e penetrou sem pena até o último centímetro possível. Carla suportou sem reclamar, apenas fazendo uma expressão de dor. Em seguida, ela se levantou e despejou o gozo dele em cima de mim.  

       Acho que a intenção era que entornasse sobre minha boca, mas caiu antes sobre meu peito. Ela esfregou a boceta no meu rosto, sem qualquer delicadeza. A intenção era a de me humilhar mesmo. Puro sadismo. Mal sabia ela que, naquele momento, minha maior tortura era a dor em meus testículos, que já não agüentavam de tesão, sem que eu pudesse bater uma punheta sequer. Naquele momento o silêncio imperou na casa. Os dois quartos já haviam se aquietado.
       

         Carla pôs a mão em meu pau e percebeu que além de duro, ele estava bastante lubrificado. Entao falou baixinho no meu ouvido: “você adora isso, não é?”. Eu não respondi. Ela ajoelhou-se no chão, debruçou sobre mim e começou mamar meu pau. Em um minuto eu já estava pronto para gozar, mas ela interrompeu. Queria me torturar. Esperou um pouco e recomeçou. Eu fechei os olhos e concentrei-me para não gozar tão depressa, a fim de aproveitar um pouco mais daquele boquete delicioso. De repente, ela parou de novo. Abri os olhos e a vi olhando para trás com um sorriso safado, enquanto Kadu apontava a pica para comê-la naquela posição. Ele agarrou-a fortemente pela cintura e penetrou-lhe fundo, sem piedade. Ela fechou os olhos de dor, gemeu, mas não reclamou. Aceitou aquele cacete empurrando seu útero sem impor limites. Voltei a ser um mero espectador daquela foda. Ela, às vezes, lambia meu pau como se fosse um sorvete, mas não chupava. Era apenas para me maltratar. Meus testículos doíam ainda mais. A expressão dela também era de dor. Aquela piroca devia estar acabando com ela, mas Carla não admitiria isso, nunca reclamaria de um cacete grande. Reclamou apenas do joelho no chão e subiu na cama, ficando de 4 sobre mim. Aquele garoto parecia uma máquina de foder, desferia estocadas fortes que quase quebravam a cama. Eu já não sabia mais se sentia raiva, inveja, ciúme, ou tesão; acho que era tudo junto.
     

        Depois de alguns minutos (uns 15 ou 20), os gritos exagerados de Carla e a expressão de dor em seu rosto me fizeram acreditar que ela iria interromper aquela transa. Ela realmente o fez, mas não foi para desistir. Ainda posicionada de 4, com seu rosto apoiado sobre meu peito, ela levou a mão até o cacete do Kadu, retirando-o de sua boceta. E, com a voz rouca, ela pediu: “Vai, Gostoso, come meu cu”. Na hora, não acreditei. Até ele duvidou um pouco, mas ela insistiu. Ele posicionou e penetrou cuidadosamente, até o talo. Enquanto isso, ela gemia baixinho. Quando já estava tudo dentro, ela me olhou, visivelmente cansada, e sussurrou: “que piroca enorme”. Ele iniciou o vai-vem lentamente, mas, ouvindo as ordens de Carla, passou a meter mais forte, sem pena, como ela exigia. Foram minutos de sexo puramente selvagem, até que, finalmente, ele gozou pela terceira vez. 
     

       Sem dizer nada, ele saiu. Ela me beijou carinhosamente; disse que ainda me amava; e me desamarrou. Eu não disse nem uma palavra. Em seguida ela saiu do quarto. Ouvi o som do chuveiro e uns risinhos, depois ouvi mais gemidos e aquele barulho típico de uma transa embaixo do chuveiro. Aproveitei minha liberdade e toquei uma punheta para aliviar a dor dos testículos, depois dormi. Já era madrugada quando Carla voltou ao quarto para dormir. 
     

       No dia seguinte, fizemos a viagem de volta para o Rio. Antes, no café da manhã, Kátia comentou sobre os barulhos da noite anterior, pensando que éramos eu e Carla transando. Ela elogiou meu fôlego, dizendo que ela e o namorado tentaram competir com a gente, mas desistiram depois da meia-noite. Carla e Kadu riram, eu apenas sorri. Ela perguntou até que horas foi aquela farra e Carla apressou-se em responder: “até 2h da manhã”.


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  • Olha , vou relatar aqui o que aconteceu mais ou menos a 2 meses . Meu nome é Clara , mas usarei Clarinha, seios grandes , bunda gostosa durinha e bem farta , e uma buceta raspadinha . Bem sempre fui muito desejada pelos garotos da minha idade , até perceber o desejo do meu padrinho por mim . 

    Quando eu era mais nova do clube das ninfetas , durmia na casa de meus padrinhos , pois é coisa de moça querer durmi fora , rsrs . 

    Meu padrinho por não ter nenhuma filha menina , só um rapaz , sempre me tratou com muito mimo . 

    Me pegava no colo , dava tudo o que eu queria , e fazia minhas vontades . Quando eu ia pra casa dele , durmia na cama dele no meio de minha madrinha e ele . 

    Sempre foi assim , até que cresci e me tornei essa mulher . 

    Teve um churras em familia na casa do meu padrinho e é logico que eu apareci por lá . O churras era na piscina e por isso coloquei meu biquini tomara que caia azul que me deixa com os seios bicudos e fui. 

    Chegando lá todos bebados já, menos o meu padrinho, pois ele não bebe , eu entrei na piscina .. nesse dia o filho dele sairia com a namorada e minha madrinha não dormiria em casa devido ao trabalho .

    Ele me chamou pra dormir lá , eu sem maldade aceitei . 

    Depois que todos foram embora , fui em casa tomei um banho, peguei minhas coisas e voltei para dormir na casa do meu padrinho . Meu padrinho era um moreno alto , sem barriga , muito sarado e gostoso . Eu já havia desejado ele e reparado na enorme pica dele , mas nunca me atrevi . 

    Chegando lá , ele estava no banho , ele chamou :

    - Clarinha , vem cá ..

    Eu fui , até porque na minha familia é normal , ficar no banheiro conversando enquanto se toma banho .. 

    Meu padrinho começou a me perguntar sobre os namoros , e se eu era virgem ..

    eu respondi que era virgem ainda ..

    ai ele saiu do banho e fomos jantar .. 

    ele perguntou se eu queria entrar na piscina de novo , eu disse que seria uma boa ideia . e fomos pra piscina .

    lá ele ficou me olhando , foi ai que percebi maldade e entrei no jogo dele .

    eu o chamei falando : 

    - vem padrinho , brincar comigo ?

    ele me respondeu :

    - brincar de que , hein Clarinha ?

    eu respondi : 

    - vem , você vai gostar ..

    ele entrou , e começamos a brincar de tubarão . 

    eu fui , e propositalmente encostei na pica dele ..que no mesmo instante deu sinal de vida !

    Percebi e disfarçando pedi desculpa e entrei .. 

    lá dentro ele me chamou pra ver filme , eu estiquei um lençol no chão e deitei ..

    ele deitou do meu lado , e durmiu .. logo em seguida ele me abraçou , eu me aproveitei da situação e me encaixei na sua grande rola . ele acordou , mais não se mexeu .. parecia que tinha gostado , em seguida ele levantou e sentou no sofá .. e ficou me olhando deitada , só de biquini . então ele me chamou pra sentar em seu colo , eu de proposito sentei exatamente no meio de suas pernas em cima de sua pica , e finjia que estava escorregando , só pra ficar subindo e descendo .. com isso o pau dele ficou duro . 

    eu perguntei rindo :

    - que isso padrinho ?

    ele ficou sem graça e pediu pra mim levandar . 

    eu disse :

    - é pela sua afilhada padrinho , percebeu que eu cresci né ? e continue rindo 

    ele pegou e falou :

    - pois é filha , você já ta uma mulher.

    eu respondi :

    - calma padrinho , isso é normal , deixa eu te fazer um carinho hj ?

    ele perguntou :

    - que carinho ?

    eu me atrevi e tirei a rola dele de dentro da sunga..

    e comecei a fazer movimentos pra cima e pra baixo , não sabia muito bem como era , afinal eu era inexperiente , mais parecia que ele tava gostando . 

    ele me deu um longo beijo , e tirou a parte de cima de meu biquini , e começou a chupar meus seios com força .. eu estava adorando , nunca tinha sentindo nada tão maravilhoso , ele entao me pediu para ' tirar leitinho ' dele pagando um boquete gostoso , e eu começei a mamar aquele cacete grande e grosso . até ele gozar na minha boca e fazer eu beber tudinho , eu eu amei .. ele então começou a beijar minha barriguinha e descendo começou a chupar minha bucetinha , ele chupava e falava nos intervalos:

    - nossa Clarinha , sua bucetinha é bem melhor que a da sua madrinha , é apertadinha 

    eu gritando de tesão :

    - mete padrinho , mete logo , vaai .. 

    ele continuou me chupando , me colocou de quatro e começou a chupar meu cuzinho

    enfiou um dedo , dois e eu delirando de tesão . até ele enfiar a rola dele , quando ele enfiou doeu um pouco , mais logo comecei a galopar e ele me melou todinha por traz . 

    ficamos assim nos chupando a noite toda , e de manhã ele me acordou com um longo beijo na boca dizendo:

    - minha flor , dessa vez não pude comer sua linda bucetinha também não , porque não posso tirar sua virgindade , mais a gente vai continuar nessa brincadeira sempre agora viu minha gatinha . 

    eu falei :

    - tudo bem padrinho , eu adorei a noite e quero mais viu , e ri .

    ele me respondeu confirmando :

    - você terá minha linda .

    depois desse dia , transamos várias vezes , até ele não aguentar e tirar meu cabacinho , mais isso é outra historia. 

    espero que tenham gostado . Se você gostou do meu conto verídico acesse goxtosas.com eu sempre escrevo meu relatos sexuais por lá e : 

    beeijos.


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  • Boa Tarde vou relatar o sonho que tive com minha sogra coroa, ela foi passar uns dias comigo onde eu morava numa cidade de praia, quando ela chegou a primeira coisas que ela quis fazer foi ir tomar sol, ela iria ficar uns bons dias, então ela começou sua rotina de ir a praia todos os dias pela manha e pela tarde e eu só chegava de noite do meu trabalho então não tinha muito contato durante o dia mais quando chegava eu sempre perguntava como tinha sido o dia na praia. Ela sempre me respondia que tinha sido muito bom que eu notasse como ela estava bastante bronzeada, então chegou o dia de minha sogra voltar. Foi aí que tive o sonho com ela.

    E ele começa assim estava vendo tv, quando ela chega da praia com aquele bronze de cor do pecado maravilhoso, entra e me da um beijo e se dirige ao banheiro para ir tomar banho até aí tudo normal, mais quando ela sai do banho só de toalha ela vem em minha direçao e diz olha como estou bronzeada e deixa a toalha cair, eu fiquei meio surpreso não querendo olhar, mais dai ela me diz não fique com vergonha sou eu que estou mandando você me olhar, dai comecei a olhar bem lentamente ela começou a mostrar a marquinha da parte de trás e depois disso foi caminhando até o quarto, enquanto isso eu meio em duvida mais com tesão também, escuto ela me chamar você pode passar creme em mim, então eu disse que sim ela pegou e se deitou de costas pra mim, então eu comecei a massagear seu corpo todo com creme e comecei a escutar uns gemidinhos bem gostoso toda vez que eu passava creme no meio de suas pernas encostando em seu ventre ou quando passava o creme em sua bunda grande quando passava bem no meio do seu cuzinho lisinho fica esfregando fazendo um vai e vem bem de leve onde ela pudesse aproveitar bastante aquele momento.

    Espero que tenham gostado porque no próximo relatarei o dia em que tomei coragem e contei para minha sogra o sonho que tive com ela.


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  • Bem, vou usar nomes fictícios para preservar as identidades das pessoas envolvidas. Na época eu tinha 30 anos e minha namorada, a "Carlinha", tinha 20 anos. A dona "Teresa", minha adorável sogra tinha 43 anos - uma linda e doce mulher, coroa loira, pernas grossas, bunda grande e cerca de 1,65 de altura, a qual até então eu não tinha nenhum desejo ou pensamento maquiavélico (hehe). Mas essa coroa fazia parte de um grupos especial coroas caseiras deliciosas.

    Quando eu e a Carlinha começamos a namorar, eu dormia em minha casa e ela na casa da mãe. Não estávamos preparados para morarmos juntos, mas logo nos tornamos mais íntimos e passei a frequentar a casa dela. Dormia lá de vez em quando e ela dormia em minha casa também.

    Eu e a Carlinha trabalhávamos o dia inteiro, passávamos todo o dia na rua e só chegávamos em casa as 19h, e sempre encontrávamos a dona Teresa disposta a servir nossa janta, toda feliz em nos receber. Foi então que fiquei desempregado e aí começou a tormenta...

    Carlinha ia trabalhar e eu, as vezes, ficava na casa dela pela manhã e a tarde eu voltava para casa. Foi então que um certo dia, nesta mesma rotina de voltar para casa pela tarde, notei o bumbum volumoso da dona Teresa, percebi que era grande e logo me veio alguns pensamentos diferentes... Foi a partir daquele dia que as coisas mudaram. Então, a cada dia que passava aqueles pensamentos iam criando asas e logo já estava tarado na bunda grande da sogrona. Que pecado.

    Certo dia (lembro como se fosse hoje) dona Teresa estava de short lycra e abaixou para pegar a bacia de roupa... A calcinha estava toda atolada no rabo. Foi o primeiro dia que tive uma ereção na hora e desejei profundamente comer a minha sogra e esfregar aquele rabão em minha cara. Logo comecei a bater algumas punhetas para ela enquanto tomava banho. Sabia que aquilo era muito arriscado, mas o desejo por ela só aumentava.

    Foi então que, após Carlinha ter saído para o trabalho, surpreendentemente, dona Teresa me chamou para conversar:

    - "Ricardo", preciso falar com você.
    - Sobre, dona Teresa?
    - Há algum tempo venho percebendo que você está estranho.
    - Estranho como, dona Teresa?
    - Você sabe.
    - Não sei, dona Teresa.
    - Sabe sim.
    - Não sei, eu juro!

    Então a "conversa" se encerrou.

    Fiquei apavorado e decidi não dormir mais na casa dela. Inventava desculpas para a Carlinha e então só dormíamos em minha casa. Isso durou cerca de 2 meses. Foi quando, de forma inevitável, tive que passar a dormir novamente lá. E logo no primeiro dia da volta, numa manhã após Carlinha sair para o trabalho, dona Teresa me chama novamente para conversar e pergunta:

    - Ricardo, lembra daquela nossa conversa? Eu sei que você sabia o que era, por isso quero conversar abertamente sobre, pois não é saudável.
    - Tudo bem, dona Teresa, eu passei a olhar diferente para a senhora, por isso me ausentei para não haver mais problemas.
    - Ricardo, me chame de "você". Como assim "olhar diferente para mim"? Não entendi.
    - A senhor... Digo... Você entendeu sim. Eu passei a te desejar, desejar seu bumbum, passei a imaginar fazendo um monte de coisas.

    Dona Teresa sorriu alto e disse:

    - Como você pode me desejar?! Eu sou uma "coroa", já não sou uma menininha gostosa como antes, e você ainda assim ficou tarado em mim? Tá doido, menino? Eu tenho idade de ser sua mãe!

    Eu fiquei calado e muito nervoso. Foi então que a dona Teresa falou:

    - O que aconteceria se Carlinha soubesse disso?
    - Carlinha não iria saber, Teresa.
    - Tem certeza?
    - Absoluta.
    - Tá bem...

    Foi então que dona Teresa levantou, começou a tirar a blusa, deixou os seios para fora e me perguntou:

    - Você sente tesão vendo isso?

    Eu, tenso, morrendo de nervosismo e tesão ao mesmo tempo, não respondi nada e comecei a acariciar os seus peitos... Pequenos, bicos grandes, cheirando a mulher, logo me auto convidou a chupa-los... Foi uma das manhãs mais tensas (e prazerosas) de minha vida. Fiquei ali chupando aqueles seios durante um bom tempo e com medo de chegar alguém ou sei lá.

    Logo avancei mais e comecei a acariciar a xoxota de dona Teresa por cima do short. Enfiei a mão levemente por dentro e senti aquela buceta toda quentinha, já encharcada... Tirei o dedo melado e comecei a lamber e passar na boquinha dela. Logo ela tirou o short e a calcinha e me convidou para chupar aquela buceta peludinha e com fome de sexo. Chupei com gosto, me lambuzei naquela xoxota que não recebia uma língua fazia tempos... Foi então que gozou em minha boca, se tremendo toda. E pediu para retribuir. Abaixei meu short e, com o pau latejando de duro, coloquei na boca quentinha da dona Teresa... Ela chupou muito. Chupou durante uns 10 minutos e logo não suportei e gozei farto em seus peitões... Depois da gozada, ela foi para o banheiro e pediu para me vestir e ir embora. Já satisfeito, vesti meu short e fui para casa.

    O restante da história eu conto em outro momento. Já estou todo molhado aqui só de escrever! rsrs! Se gostaram, em breve volto a escrever novamente com o que aconteceu depois da troca de chupadas.


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  • Minha esposa com o garçom do hotel

    Mais um relato real do clube dos cornos que aconteceu comigo e minha esposa em uma viagem que fizemos a Brasília. Hospedamos-nos em um hotel da asa sul, com piscina no terraço. Como tivemos que ficar o final de semana e estava um calor enorme, minha esposa Elisa resolveu pegar um bronze e me convidou para subirmos até a piscina. Ela vestiu um minúsculo biquíni branquinho, uma saída comportada e subimos. Não havia nenhum hóspede na piscina. Ela tirou a saída e ficou deitada em uma cadeira de praia, com a bunda para cima. Mostrando aquela delicia de bunda, redondinha, durinha e com o fio dental atolado no rego da bunda. Chamei um garçom para nos atender. O Roni é um homem de uns 30 anos, bem simpático e na hora que veio com nosso drink, ficou doido com a visão da bundinha de minha mulher, que notou logo. E quando ele saiu me disse: Você viu amor? Ele quase me comeu com os olhos e não é de se jogar fora. Você já está pensando besteira não é amor? Não se satisfez com nossa trepada a noite? Você me deixou com mais tesão ainda amor. Acho que vou querer outro homem pra me satisfazer bem gostoso. Acho que vou providenciar pra você, quero mesmo mais um chifre. O nosso clima já era de puro prazer. Ela estava divina, deitada daquela maneira. Loira, bronzeada, linda, cochas grossas e lisinhas, seios durinhos, muito sensual e provocante. Molhou-se, virou de barriga para cima, com o biquíni molhado dava pra ver o escurinho dos pêlos cortados com uma mecha na vertical. Pediu-me que chamasse o garçom, que veio de prontidão. Ela pediu outra dose, ele voltou e ao entregá-la, se demorou apreciando aquela formosura em sua frente. Fui para o balcão do barzinho e puxei conversa com ele. Minha esposa se levantou e veio onde eu e o garçom estávamos conversando, foi ao banheiro, se rebolando e o Roni não tirava os olhos dela. Quando ela retornou, passou do meu lado. Eu passei a mão na bunda dela e disse: Gostosa. Ela saiu rebolando e eu olhando pro Roni que estava olhando pra bunda da minha esposa disse: - Você não acha que ela é gostosa? - Já que é o Sr. que está falando eu vou concordar. - Mas você acha que ela é gostosa ou muito gostosa? - Se o Sr. não achar ruim, eu acho ela muito gostosa e vendo ela tomar sol com esse biquíni, eu cheguei a ficar de pinto duro. - Amigo minha mulher além de ser muito gostosa também é muito tarada, tem um fogo que eu não consigo apagar. É muita mulher para um homem só, eu não dou conta sozinho de apagar o tesão dela, tenho que repartir com os amigos. Ele deu um sorriso de alegria e disse: - E eu sou seu amigo, não? - Claro que é, e por isso eu gostaria que você fosse fazer uma visitinha no nosso apartamento.

    Ele concordou e eu fui contar pra mina esposa que ficou toda contente. Fomos para o nosso quarto e minha mulher estava ansiosa para que ele viesse logo. Ele tocou a campainha, abri a porta, ficou em pé na porta, me sentei ao lado de minha mulher, que estava ainda de biquíni e eu de cueca. Começamos dar uns amassos, quando vi o Roni parado olhando, acenei com a mão o chamando pra junto de nós. Ele chegou meio sem jeito. Peguei em sua mão, conduzi na bunda da minha esposa e disse: - Sente como é durinha a bunda dela, passa a mão e sente a maciez. Ele começou a alisar a bunda da minha esposa e em poucos segundos já abraçou ela por traz. Olhou pra mim e disse: - Cara que loucura, eu nunca fiz isso, mas já estou gostando. - Então aproveita que ela é sua. Ele encoxava ela por traz e eu pela frente, quando ela olhando pra mim disse: - Amor estou sentindo uma coisa dura crescer na minha bunda. - Veja amor, ta ficando duro o pau do Roni no teu rabo. - Ta, estou ficando molhadinha em sentir o pinto dele na minha bunda amor. Tira a roupa Roni, pra nós podermos ver o tamanho do seu pinto. - Você quer que eu tire a roupa dele, pra você ver o tamanho do pau que vai te comer? (falei isso pro Roni ir se acostumando com a minha passividade). - Quero amor. Tira a roupa Roni, tira logo. O Roni estava meio assustado com a situação, mas entrou na brincadeira numa boa. Eu fui abaixando, beijando minha esposa nos seios e aproveitei pra tirar a parte de cima do biquíni dela. Beijei a barriga e fiquei de joelhos, abracei suas pernas e as pernas do Roni junto, forçando ele ao encontro dela, continuando a beijar a buceta da minha esposa por sobre o biquíni, notei que ele estava tirando as roupas e minha esposa vendo a dificuldade, tirou o corpo de lado. foi ajudar e tirou a roupa dele: - Olha o tamanho do pinto que vai dar prazer a vocês. E ajudou-me a tirar sua cueca, saltando um belo pinto de 21 cm bem na altura do meu rosto, minha esposa quando viu ajoelhou ao meu lado e começou a acariciar aquela rola dura. Deu uma lambidinha e colocou na boca. Sugou com gosto e eu ali ajoelhado bem ao lado da minha esposa, a vendo mamar aquele pauzão. Ela tirou o pau da boca, olhou pra mim e disse: - Te amo meu corninho. E me deu um gostoso beijo de língua, daqueles bem molhados e eu senti o gosto do pau do Roni na boca da minha esposa. Depois ela continuou mamando e eu fiquei beijando o rosto dela e acariciando seus seios. Fiquei por traz dela e acariciava todo o seu corpo. Enfiei minha mão por debaixo de seu biquíni e ela gemeu. Senti que a sua buceta estava encharcada, desamarrei o lacinho do biquíni e tirei a única peça que ainda cobria o corpo da minha esposa. Estávamos todos pelados. - Amor experimenta o pau que vai comer a sua mulherzinha, sente na tua boca o que eu vou sentir na minha bucetinha. Guiando a pau do Roni pro meu lado, eu coloquei ele na boca e comecei a mamar aquele pau que mal cabia na minha boca: - Além de corno, você é viado? Minha esposa respondeu: - Ele só é viadinho pros machos que vem me comer. Veja como ele chupa gostoso, que boquinha gulosa meu marido tem. Minha esposa ficou dividindo o pau do Roni comigo por uns cinco minutos, lambíamos, chupávamos, engolíamos até a garganta, chupávamos o saco, batíamos na cara, fizemos uma festa com aquele pintão. Quando sentíamos que ele iria gozar, parávamos de chupar e falávamos putaria um pro outro, assim: - Vai corno, mama no pau que vai comer a tua esposa. - Eu mamo mesmo neste pintão gostoso, quero deixar ele bem duro, pra enfiar lá no fundo do teu útero. - Viadinho boqueteiro, é disso que você gosta não é meu corninho? E assim ficamos, até o Roni anunciar o gozo. Foi um rio de porra. O primeiro jato acertou o olho da minha esposa, o segundo pegou no nariz e os demais foram pelo seu rosto, que ficou todo melado de porra. Eu também recebi porra na boca, depois ficamos nos beijando e trocando a porra do Roni de boca. Também chupamos o pau do Roni pra deixá-lo bem limpinho. Ele se vestiu e saiu do quarto super satisfeito da chupada que ganhou. Demos uma descansadinha e comemos um lanche para recompor as energias. Depois fomos nos relembrar do acontecido e demos aquela trepada. No domingo tivemos novamente a visita do Roni, mas o final da história vou deixar pro próximo conto, pra não ficar muito comprido. Me aguardem.


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